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Workshop Digital Thinkers: para quem não aceita o “sempre foi assim”.
Seis encontros sobre comportamento do cliente, alavancas de negócio, cultura de inovação e narrativa, para líderes e times que precisam decidir num mundo que deixou de ser linear. O time sai com as ferramentas do livro Become a Digital Thinker na mão, e com o livro também: cada participante ganha um exemplar.
- 6 encontros de até 3h
- Turmas de até 35 pessoas
- Online ou presencial
- Livro para cada participante
O workshop em um minuto.
Para quem é
Para quem precisa decidir num mundo que deixou de ser linear.
Formato e duração
Online ou presencial, em bootcamp de três dias ou um encontro a cada 15 dias.
O que o time leva
- O livro Become a Digital Thinker, um por participante
- Seis ferramentas de bolso, como o Teste do Elefante e o Radar da Periferia
- O Programa 90 Dias, o livro convertido em agenda
Quem já formou Digital Thinkers dentro de casa.
Beleza, varejo digital, pagamentos, indústria e educação executiva. Do P&D do Grupo Boticário à indústria.
- 6 encontroscada um com uma pergunta de negócio na mesa e o que o time sai sabendo fazer
- +50 empresasno Brasil já têm Digital Thinkers formados dentro dos próprios times
- 1 livropor participante: Become a Digital Thinker, prefaciado por Caito MaiaConhecer o livro
O conceito
Digital Thinker não é um tipo de pessoa. É um sistema operacional mental.
Não é quem domina a tecnologia nem quem tem mais respostas. É quem questiona a pergunta antes de responder, usa a experiência sem ficar preso a ela e sabe quando quebrar uma regra. E qualquer pessoa pode desenvolver isso. Sistema operacional não se consulta: roda. O workshop existe para o novo jeito de pensar parar de ser conteúdo e começar a rodar.
O lema
Entre o mapa e o terreno, fique sempre com o terreno.
O mapa é o que a empresa acha que o mercado é. O terreno é o que o cliente faz de verdade. Muita empresa ainda opera pelo mapa, reagindo ao concorrente. O Digital Thinker começa no terreno, no comportamento de quem compra, de quem usa e de quem trabalha ali dentro. É dali que sai a inovação que ninguém copia na semana seguinte.
Quatro conversas que entram na mesa.
Cada uma amarrada a um estudo da Box1824, a consultoria brasileira que antecipa comportamento e transforma isso em estratégia. A pesquisa entra como ponto de partida, e o time traz o próprio negócio.
- 01 · ComportamentoConsumidor, cliente e usuário.Três papéis que nem sempre são a mesma pessoa, e cada um decide por um motivo. O time aprende a ler o comportamento antes do número.
Fio Box1824: “Hoje as pessoas nascem indivíduos e precisam encontrar suas comunidades” (Youth Mode, K-HOLE e Box1824). Em que comunidade o seu cliente quer pertencer, e a sua marca está lá?
- 02 · NegócioAlavancas de negócio.Commodity, inovação ou disrupção: cada alavanca pede um jogo diferente. E planejamento não é estratégia. Estratégia é sistema vivo, que muda junto com o mundo.
Fio Box1824: The Rise of Lowsumerism (2015). Quando o cliente quer consumir menos, a alavanca deixa de ser volume e vira serviço, recorrência e confiança.
- 03 · CulturaInovação e transformação.O “sempre foi assim” é o sistema imunológico da empresa: protege o que já funciona e ataca o novo. A conversa é sobre baixar essa defesa sem perder o que dá resultado.
Fio Box1824: “A linearidade entre gerações acabou” (Youth Mode). O time mistura gente que nasceu antes e depois da internet. Cultura de inovação começa por não separar pessoas pela idade.
- 04 · NarrativaNarrativas organizacionais.Ideia boa sem história não circula. A conversa é sobre dar nome ao que a empresa faz diferente e contar isso de um jeito que o time repita sem slide.
Fio Box1824: a própria Box transformou pesquisa em vídeo-manifesto, como We All Want to Be Young. Insight só ganha o mundo quando vira nome e história.
A trilha em seis encontros.
Um tema por encontro. Uma pergunta por tema.
- 01Inovação é o jogo.Commodity, inovação ou disrupção: qual jogo a sua empresa está jogando?
- 02É tudo sobre comportamento.De reagir ao mercado para entender a pessoa antes do número.
- 03Potência imaginativa.Tudo o que existe foi ideia antes. A IA acelera, a imaginação decide.
- 04Planejamento vs. estratégia.Planilha não é estratégia. Estratégia é movimento.
- 05Uma visão prospectiva.Separar hype de tendência e usar o futuro na decisão de hoje.
- 06Racional imperfeito.Dado, crença e viés: o que de fato pesa quando alguém decide.
As ferramentas que o time leva no bolso.
Saem do Caderno de Práticas do livro e vão para a mesa. Cada uma nasceu de uma história real e cabe numa reunião de segunda-feira.
- Para a era da IAO Par 37/78.Diante de qualquer novidade de IA, duas perguntas na ordem: o que a máquina enxerga que a gente não enxergava? E o que ela nos provoca a criar que não criaríamos sozinhos? Quem só faz a primeira vira plateia.
- Para perguntas difíceisO Teste do Elefante.Toda pergunta chega com um mapa embutido. Antes de responder, liste as premissas que ninguém declarou. Pelo menos uma costuma estar errada, e é nela que mora a saída.
- Para ler sinaisO Radar da Periferia.Três perguntas, trinta minutos, duas vezes por semana. O que os “clientes errados” fazem com o seu produto? O que o seu setor ridiculariza? O que a periferia já normalizou?
- Para não rir do futuroA Conta do Brinquedo.Quando algo parecer tosco, a pergunta não é se é bom. É no que isso vira se continuar melhorando nessa velocidade por três anos. O futuro chega mal vestido.
- Para decidir sob pressãoA Folha Debaixo do Vidro.O critério escrito antes do alarme tocar: o que faz dizer sim, o que faz abortar e quem decide. Convicção tem essa folha. Teimosia só tem volume.
- Para mudar a culturaPequeno demais pra ser proibido.Ambiente não muda por discurso, muda por prova. Uma prova que passa por uma assinatura só e dá sinal em semanas, espalhada pelas cinco leis do contágio.
Por dentro de um encontro · P&D do Grupo Boticário
O comportamento ficou caótico. Ótimo para quem sabe ler.
Um encontro do Workshop Digital Thinkers com o time de P&D do Grupo Boticário: como o comportamento chegou a um nível de complexidade quase caótico, e como as marcas podem usar esse cenário para inovar e se conectar de um jeito mais autêntico.
Nada de chá com bolacha. O time troca de verdade, põe a opinião na mesa e joga o jogo com intensidade.
- Inovação como estratégia
- Comportamento e consumo
- IA generativa e Era da Imaginação
- Modelos de negócio ágeis
- Futuro, hype e tendências
- Transformação de negócios
Incluso para cada participante
O livro do workshop
Become a Digital Thinker.
O fim do pensamento analógico.
Começa numa sala de reunião que levou seis meses para decidir nada. Termina com as ferramentas que o workshop leva para a mesa, uma por página, e um programa de 90 dias para colocar tudo em prática.
Você vai virando as páginas achando que está se divertindo e, quando percebe, já está pensando diferente.
Caito MaiaFundador e CEO, no prefácio do livro
- O Par 37/78
- O Radar da Periferia
- A Folha Debaixo do Vidro
- Pequeno demais pra ser proibido
- O Programa 90 Dias
Como o programa roda.
O ritmo e o formato saem do briefing com quem contrata, para caber na agenda do time. O desenho base, que já rodou em várias empresas, é este.
- Antes de cada encontroBriefing de 45 minutos.Com quem contratou, para trazer para a mesa o momento da empresa, os casos e a linguagem do time.
- No encontroAté 3 horas, até 35 pessoas.Conteúdo, provocação e dinâmica em grupo, online ou presencial. Cada encontro fecha com o que o time sai sabendo fazer.
- O ritmoBootcamp ou quinzenal.Três dias corridos, para mergulhar de uma vez, ou um encontro a cada 15 dias, para o time testar entre um e outro.
O que dizem depois do último encontro.
A condução do Gui foi um verdadeiro espetáculo. Ele expandiu nossos horizontes para além da tecnologia, focando no que realmente faz a diferença: as pessoas.
Fiquei extremamente satisfeita com o conteúdo, as dinâmicas e tudo. Também fiquei impressionada com o conhecimento e toda a experiência passada pelo Gui.
O que quem contrata pergunta.
01O que é o Workshop Digital Thinkers?
É o programa de Gui Zanoni para líderes e times sobre comportamento do cliente, alavancas de negócio, cultura de inovação e narrativa organizacional, em seis encontros. Leva para a mesa as ferramentas do livro Become a Digital Thinker, e cada participante recebe um exemplar.
02“É um curso de tecnologia?”
Não. Digital Thinker não é quem domina a ferramenta: é um sistema operacional mental, que junta comportamento, visão de futuro e negócio para decidir. A tecnologia aparece, a IA generativa inclusive, mas como meio. O centro é a pessoa: o cliente, o usuário e quem trabalha na empresa.
03“Meu time não tem tempo para seis encontros.”
Por isso existem dois ritmos. O bootcamp resolve em três dias corridos. O formato quinzenal espalha os encontros e deixa o time testar entre um e outro. A duração de cada encontro também sai do briefing.
04Para quem é?
Para liderança e times que decidem sobre produto, marca, cliente e operação: P&D, marketing, inovação, comercial e RH. Já rodou com o P&D do Grupo Boticário e com times de empresas como Beleza na Web, Stone, IEL, Castrillon e MAHLE.
05Qual a diferença para o workshop de IA?
O workshop de IA para empresas é um dia em mesas, com um problema do time e um teste com dono e data no fim. O Workshop Digital Thinkers é uma trilha: muda o jeito de pensar de quem decide, encontro a encontro.
06Online ou presencial?
Os dois. Turmas de até 35 pessoas, online, em Curitiba ou na cidade da empresa. O formato entra na proposta.
Outros workshops.
Quem no seu time ainda diz “sempre foi assim”?
Conte quantas pessoas, de quais áreas, o ritmo que cabe na agenda e o que precisa mudar. A Thaly volta em até um dia útil com o formato e a proposta.



