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Workshop Future Thinking: menos palpite, mais sinais.

Foresight na prática, com o método de quem é futurista certificado pelo Institute for the Future. O time varre os sinais do próprio setor, monta cenários e volta do futuro com três decisões para os próximos 90 dias, cada uma com dono.

  • In company, sob medida
  • Método de futurista (IFTF)
  • Sinais do seu setor
  • Decisões para 90 dias

O workshop em um minuto.

Para quem é

  • Executivos
  • Gestores de projetos
  • Gestores de produtos

Para quem decide o próximo ciclo e quer testar a estratégia contra mais de um futuro.

Formato e duração

  • 4 horas
  • 8 horas
  • Até 35 pessoas

In company, com o setor e o horizonte desenhados no briefing.

O que o time leva

  1. Os sinais do próprio setor, varridos e checados
  2. Futuros com nome, para discutir sem achismo
  3. Três decisões para os próximos 90 dias

Quem já levou o workshop para dentro de casa.

Energia, mineração, tecnologia, indústria, crédito e seguros. Setores diferentes, a mesma pergunta: o que já está mudando lá fora e ninguém aqui dentro viu?

Por que não é previsão

O cenário da Shell não acertou a data. Preparou a cabeça.

Quando veio o choque do petróleo de 1973, a Shell já trabalhava com cenários alternativos, como contou Pierre Wack na Harvard Business Review. Ninguém ali previu a crise. A liderança só já tinha pensado em como reagir a ela. É isso que um workshop de futuros entrega: decisão preparada, não bola de cristal.

O nome disso: Fuso Tecnológico

O que é sinal forte lá fora ainda é fraco aqui dentro.

Muita mudança já virou rotina em outro país ou em outro setor e ainda parece estranha na sua reunião de segunda. Essa distância é a janela. Quem lê o sinal enquanto ele é médio chega antes. Quem espera ele ficar forte chega junto com todo mundo.

O que o time leva para casa.

Quatro entregas, feitas pelo próprio time durante o workshop. Nenhuma é relatório de gaveta.

O método, passo a passo.

Seis movimentos, do que a empresa dá como certo hoje até o que ela decide fazer amanhã.

  1. Fase 1Ler o presenteO que já está acontecendo e quase ninguém viu.
    1. 1Premissas na mesaToda certeza sobre mercado, cliente e modelo de negócio vira hipótese.O que nunca questionamos?
    2. 2Varredura de sinaisDentro e fora do setor. A IA levanta volume, gente checa cada sinal.O que já acontece em algum lugar?
    3. 3O radarForte, médio ou fraco. É no médio que dá para chegar antes.O que está na borda?
  2. Fase 2Imaginar futurosMais de um futuro possível, e qual vale construir.
    1. 4CenáriosSinais que apontam para o mesmo lado viram futuros com nome e cena.E se esse futuro chegar?
    2. 5Futuro preferívelDo “o que vai acontecer” para o “o que a gente quer que aconteça”.Qual futuro vale construir?
  3. Fase 3Decidir hojeO futuro só vale se mudar a segunda-feira.
    1. 6Caminho de voltaDo futuro escolhido até hoje, de trás para a frente: o que começar, o que parar e o que observar. Três decisões, cada uma com dono e data.O que decidimos na segunda?

Ponto de partida

O seu setor pode já estar mapeado.

A Prospectiva reúne estudos de foresight abertos, com sinais, cenários e o que fazer com cada um. Quando o setor da empresa está lá, o workshop começa com o radar meio montado, e o tempo da sala vai para o que pede gente: discutir, escolher e decidir.

Ver todos os estudos

  1. Inteligência artificialA Reprecificação da Cognição2030 a 2050
  2. BrasilMuda o Inquilino2027 a 2030
  3. Gerações Z e AlphaA Promessa Quebradaaté 2041
  4. Pequenos negóciosA Firma de Um2035 a 2055

Para quem e em que momento.

O formato, a duração e o tamanho da turma saem do briefing.

  1. LiderançaAntes do planejamento.O workshop vem antes da planilha do próximo ciclo e testa se a estratégia sobrevive a mais de um futuro.
  2. Inovação, produto e marcaPara quem cria o novo.Times que precisam de repertório de futuro para escolher no que apostar, e no que ainda só vale observar.
  3. Palestra + workshopNo mesmo encontro.A palestra acende o radar para a sala inteira. O workshop leva os sinais para as mesas e transforma em decisão.

O que quem contrata pergunta.

01

O que é o Workshop Future Thinking?

É um encontro prático de foresight estratégico: o time varre sinais de mudança, monta cenários do próprio setor e escolhe que decisões tomar hoje. Gui Zanoni conduz com o método de futurista certificado pelo Institute for the Future (IFTF).

02

“Futuro não é chute?”

Chute é quem tenta acertar a data. Foresight não promete acertar nada: prepara a empresa para mais de um futuro e diz quais sinais observar. Quem prevê precisa estar certo para ter valor. Quem faz foresight tem valor mesmo quando o futuro sai diferente.

03

Qual a diferença para o planejamento estratégico?

O planejamento parte de um futuro esperado e define metas para chegar lá. O Workshop Future Thinking vem antes e pergunta o que acontece se esse futuro não vier. Os dois se completam: o planejamento sai mais forte quando já passou por mais de um cenário.

04

“Isso não é coisa de empresa grande?”

Não. O radar cabe numa folha, e o hábito cabe em meia hora por semana. O que pesa não é o tamanho da empresa. É a disciplina de olhar para fora do próprio setor antes que o setor obrigue.

05

Onde entra a IA?

Como ferramenta de varredura: levanta sinais em volume e rascunha cenários em minutos. Todo sinal que vem da IA passa pela mesma checagem de qualquer outro antes de entrar no radar, porque modelo de IA também inventa fonte.

06

Qual a diferença para o Workshop Digital Thinkers?

O Digital Thinkers é uma trilha de seis encontros que muda o jeito de pensar de quem decide, com um encontro sobre visão prospectiva. O workshop de futuros mergulha só nisso e termina em cenários e decisões para o setor da empresa.

Outros workshops.

Qual sinal está na borda do seu radar agora?

Conte o setor, quem vai participar, a data e a decisão que está na mesa. A Thaly volta em até um dia útil com o formato e a proposta.