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Workshop prático de IA: menos palestra, mais ação.
Quem trabalha é o time, não o palestrante. Os participantes sentam em mesas, em cima de problemas reais do seu negócio, e cada mesa sai com quatro entregas: o problema escolhido, a parede de prioridades, o rascunho do teste feito com IA e o nome de quem cuida dele.
- In company, sob medida
- Em mesas, com problema real
- Já feito em +43 empresas
- Proposta em até 1 dia útil
O workshop em um minuto.
Para quem é
E os times de área que eles puxam: RH, vendas, atendimento, operação.
Formato e duração
Presencial ou online, in company, com o tema e a turma desenhados no briefing.
O que o time leva
- Um problema real do negócio, escolhido por mesa
- O rascunho do teste, feito com IA ali mesmo
- Dono e data para o teste rodar na semana seguinte
Quem já levou o workshop para dentro de casa.
Indústria automotiva, aviação, energia, saúde, RH e varejo digital. Times diferentes, a mesma regra: problema real em cima da mesa.
- +2.000pessoas impactadas pelos workshops, de times de operação à liderança
- +43empresas já levaram o workshop para dentro de casa, da indústria ao varejo digital
- 95de NPS, em mais de 2.600 avaliações das plateiasVer as avaliações
O que cada mesa leva para casa.
Quatro entregas, todas feitas pelo próprio time durante o workshop. Nenhuma delas é apostila. Ler como funciona por dentro
- 01 · O problemaO da semana passada.Um processo real da área, escolhido pela mesa: proposta comercial, atendimento, relatório, planejamento. Exemplo inventado não gera compromisso.
- 02 · A paredeAgora, pra logo, pra depois.As ideias saem da mesa e ganham coluna. Fica claro o que dá para testar já e o que é só conversa de corredor.
- 03 · O rascunhoMontado com IA, na mesa.A IA faz o primeiro rascunho do teste em minutos. Decidir se ele vale continua sendo trabalho do grupo.
- 04 · O compromissoUm nome e uma data.Quem cuida do teste e quando ele roda, pequeno o bastante para caber na semana seguinte. Teste sem dono vira slide bonito na pasta compartilhada.
Por que agora
39%de quem já usa IA no trabalho recebeu treinamento da empresa. O resto aprendeu sozinho, na conta pessoal.
- 3 em 4já usam IA no trabalho
- 78%levam a própria ferramenta
O nome disso: IA de conta pessoal
Seu time já usa IA. Do jeito dele, sem regra e sem método.
Cada pessoa testa sozinha, na própria conta, sem saber o que pode entrar ali. Ninguém compara o que funcionou. O que um aprende morre na aba do navegador dele.
O workshop tira a IA da conta pessoal e põe no trabalho do time. Licença liberada não é uso, e uso não é método.
Antes, no dia e depois.
O workshop começa no briefing, antes de alguém sentar à mesa, e só termina quando o teste roda na semana seguinte. A parte que prova que valeu acontece depois que o Gui sai da sala.
- AntesA sala chega pronta.A TI libera as ferramentas, a empresa define que dados podem entrar nelas e cada área traz um processo do dia a dia. Workshop de IA sem acesso à IA vira demonstração.
- No diaQuem trabalha é a mesa.A sala vira grupos, e o Gui anda entre as mesas: faz pergunta, segura o relógio e puxa a conversa de volta quando ela escapa para a ferramenta da moda. Se quem mais falou foi ele, virou palestra.
- DepoisO teste roda na semana seguinte.Com o dono e a data que a mesa escreveu na parede. O nome ali faz a cobrança que o certificado nunca fez.
Três jeitos de levar.
O formato, a duração e o tamanho da turma saem do briefing de cada empresa e entram na proposta.
- Palestra + workshopNo mesmo encontro.A palestra abre o tema para a sala inteira, e o workshop leva para as mesas o que cada área vai testar. Foi o formato do Encontro Estadual de Inovação do Sistema Ocepar.
- Kickoff e liderançaPara quem decide.Liderança em grupos, passando por todas as sessões até o fim do dia, com uma decisão por mesa.
- Times de áreaPara quem executa.RH, vendas, atendimento, operação. Cada mesa traz um problema da própria rotina e sai com o primeiro teste marcado.
Fotos: acervo Gui Zanoni.
O que quem contrata pergunta.
01Gui Zanoni faz workshop de IA para empresas?
Sim. Gui Zanoni conduz workshops de IA in company e já levou o formato para mais de 43 empresas, como HPE Automotores, Embraer, VTEX, Unimed, deBernt e Bree Energy, com mais de 2.000 pessoas impactadas.
02“Meu time já usa IA. Precisa de workshop?”
Precisa justamente por isso. Três em cada quatro pessoas já usam IA no trabalho, e só 39% foram treinadas pela empresa (Work Trend Index 2024). O workshop não ensina a abrir a ferramenta: pega o uso que já existe e põe em cima de um problema do time, com regra para os dados.
03“Treinamento a gente já fez. No dia seguinte, ninguém usou.”
Porque terminou em anotação. Este termina em teste: pequeno, com dono e data, para rodar na semana seguinte. O nome escrito na parede faz a cobrança que o certificado nunca fez.
04Qual a diferença entre palestra e workshop?
Na palestra, Gui Zanoni fala e a sala pensa junto: ela muda a cabeça de muita gente ao mesmo tempo. No workshop, os grupos trabalham e ele facilita: muda o jeito de trabalhar de um time. A palestra responde por quê. O workshop responde como.
05É um curso de ferramenta de IA?
Não. O curso ensina a ferramenta, módulo por módulo, e envelhece junto com ela. O workshop parte de um problema do time e termina num teste. A ferramenta muda; o jeito de testar fica.
06“E se a TI ainda não liberou nada?”
O briefing já inclui essa conversa: quais ferramentas a TI libera e que dados podem entrar nelas. Sem isso, o workshop perde metade do valor antes do primeiro intervalo.
07Quanto tempo dura e para quantas pessoas?
Quatro, oito ou dezesseis horas, presencial ou online, com no máximo 35 participantes por turma: é o tamanho que deixa tirar as dúvidas e estar presente com cada um. O tema e o formato saem do briefing de cada empresa.
Outros workshops.
Leve o workshop de IA para o seu time.
Conte quantas pessoas, de quais áreas, a data e o problema que elas precisam resolver. A Thaly volta em até um dia útil com o formato e a proposta. Se a resposta certa for palestra, a gente diz.






